|
| |
Educação Ambiental
A FLORESTA e a ÁGUA
Conclusão
A natureza funciona como
uma grande indústria que tem a responsabilidade de elaborar um determinado
volume de produto de maneira permanente.
A atual atividade humana em todos seus âmbitos conduz sua produtividade de
maneira diferente, ou seja, canaliza seus esforços na busca de um determinado
produto sem observar as conseqüências que advêm da sua ação sobre o
ambiente.
A atuação do homem sempre ocorreu de maneira linear, isto é, com uma visão
direcionada para o ponto do produto final, deixando de lado grandes poluições
pelas emissões aéreas, através das chaminés industriais e, por outro, da
montanha de resíduos de toda a natureza que causa os mais variados tipos de
poluição.
A natureza, porém, trabalha e produz na forma cíclica, mostrando o caminho
para a atuação do homem.
Está bem claro a forma como a natureza trabalha, quando observa-se, por
exemplo, o modelo como ocorre a ciclagem dos nutrientes que são a fonte básica
de produção dos ecossistemas.
Através desse processo, as cadeias alimentares vão sendo abastecidas em todos
os níveis, garantindo a vida dos seres vivos em todos os ecossistemas.
Para essa produção contínua e permanente que a natureza realiza, a água
exerce função importantíssima uma vez que se transforma no meio de transporte
único dos nutrientes dentro dos seres vivos em qualquer tipo de ecossistema.
É através das águas que as plantas absorvem os nutrientes da solução do
solo e conduzem os mesmos até o alto das copas onde ocorre a transformação
pela fotossíntese, sendo novamente distribuídos pela água os elementos, agora
elaborados, por todas as partes das plantas. Esta mesma água potável é que
garante a vida dos animais e, inclusive, do homem na Terra, pois com sua ausência
jamais existiriam condições de sobrevivência de qualquer ser vivo.
Dessa maneira, pode-se considerar o planeta Terra como um gigantesco organismo
vivo que se automantém pela sua capacidade de produzir, elaborar e distribuir
esse produto para suprir todas suas necessidades.
Considerando que o homem é parte integrante e principal elemento atuante desse
organismo, pela sua ação se transforma no ser vivo mais perigoso para a
manutenção da vida na Terra. Por isso, é importante que se conscientize da
necessidade de mudar seu comportamento sob pena de decretar seu desaparecimento
que pode não estar num futuro muito distante.
Dentro da grande amplitude dos fatores que interagem para manter o equilíbrio
ecológico da natureza, a água é um dos elementos vitais para que este
processo ocorra.
A água é elemento importante, pois impulsiona os ciclos da produção de
alimentos, sem os quais não existiria a vida. Daí a necessidade da séria
consciência de preservação e manutenção de sua potabilidade.
Na atualidade, é mais evidente o mau uso dos recursos naturais, daí as
necessidades básicas continuarem não sendo satisfeitas. Hoje um quarto da água
doce existente é inaproveitável por causa da poluição provocada pelo próprio
homem, pela falta de condições estruturais adequadas nos países em
desenvolvimento; apenas 40% da população têm acesso à água limpa e saudável.
Toda essa realidade deve ser meditada e conduzida para decisões importantes no
sentido de defender a manutenção da água, das nascentes e dos mananciais.
As propriedades rurais têm papel importante no que diz respeito à água, pois
é nelas que estão as nascentes, riachos, rios e outros reservatórios deste líquido
vital.
Ao proprietário cabe o direito de defender seu potencial hídrico e o dever de
preservar suas nascentes e as vegetações que as protegem. É importante que
cada produtor ou proprietário tenha a sensibilidade para administrar suas áreas
de modo a manter o equilíbrio ecológico dentro de seus limites e, se possível,
envolver os demais para, através de uma ação solidária, executar um trabalho
de condução técnica em relação à manutenção da produtividade dos solos e
à preservação ambiental das bacias hidrográficas, que é a unidade terrestre
mais adequada para o controle de perdas da produtividade e da água.
No aspecto da produção de água potável, a floresta e a vegetação
ribeirinha exercem papéis importantes na filtragem dos poluentes que se dirigem
para os leitos dos rios e mesmo na retenção do excesso de água que irá
resultar em grandes enchentes, caso não exista barreira para conter sua
velocidade antes de atingir os mananciais.
Diante disso, o plantio de florestas e a administração das áreas florestadas
nas propriedades passam a ser o elemento da manutenção de águas.
Deve-se lembrar, porém, que diante dessa situação de dificuldades de manejar
os recursos naturais, existem a certeza e a convicção de que com competência
é possível administrar os recursos, especialmente as florestas, para se
atingir a recuperação desejada dos solos, rios e especialmente da água dos
mananciais.
Pode parecer extraordinário defender o ambiente limpo e bonito para nossas
propriedades rurais, onde a família possa sentir-se tranqüila e feliz. No
entanto, a realização pessoal e familiar, além dos bons resultados de
produtividade de seu trabalho, é o ambiente belo e agradável, onde a água
seja pura, límpida, transparente e potável, e o ar seja puro e saudável.
Somente assim haverá um relacionamento harmonioso com o ambiente.
Glossário
ACEIRO:Faixa livre de
vegetação, para evitar a propagação de fogo dentro da floresta, dividindo-a
em talhões.
AGRICULTURA MIGRATÓRIA: o mesmo que agricultura itinerante; tipo de sistema agrícola
("shifting cultivation", em inglês), primitivo, adotado
historicamente nos ecossistemas de florestas tropicais, em que o ser humano
derruba trecho da floresta, queimando-o como preparo da terra para cultivo de
subsistência, obtendo durante poucos anos (4 a 6) alimento e, posteriormente,
abandonando essa área que se tornou improdutiva. Passa então a ocupar novos
trechos da floresta e assim por diante. A área inicial abandonada, onde se
estabeleceu vegetação secundária, após cerca de vinte anos, poderá ser
novamente utilizada para o cultivo. Na Amazônia, os indígenas ainda praticam a
agricultura migratória, plantando milho, mandioca.
AQÜÍFERAS: denominam-se aqüíferas as rochas permeáveis à água, retendo-a
ou permitindo sua passagem para o lençol freático. Também diz-se aqüíferas
as rochas que contêm água.
ÁRVORES DOMINANTES: são árvores do extrato arbóreo superior, mais alto e
melhor desenvolvido, que prepondera e exerce influência sobre os extratos
inferiores de árvores e vegetação mais baixa.
ASSOREAMENTO: obstrução por areia ou por sedimentos quaisquer de um rio, canal
ou estuário, geralmente em conseqüência de redução de correnteza. Deposição
gramórfica nos sedimentos de rios, lagos, etc.
BACIAS HIDROGRÁFICAS: conjunto de vertentes que margeiam um rio ou mar
interior.
BIOACUMULAÇÃO: é a acumulação de substâncias pelos seres vivos.
BIODIVERSIDADE: diferentes tipos de animais e vegetais que ocorrem num
determinado ecossistema.
BOREAL: floresta com predominância de coníferas, que ocorre no hemisfério
norte: Canadá, Escandinávia, Sibéria e norte da Rússia.
CARREADORES: espaço aberto para facilitar a extração de madeira.
COMPACTAÇÃO: redução dos espaços vazios do solo e que, como conseqüência,
traz um aumento na densidade, resitência e estabilidade.
CORTE RASO: é uma forma de exploração florestal onde todas as árvores são
abatidas, encerrando-se o ciclo de crescimento.
CORTE SELETIVO: é uma forma de exploração vegetal onde apenas algumas árvores
são derrubadas e retiradas da floresta que se mantém com uma densidade menor.
DEFLÚVIO: refere-se ao escoamento de líquidos.
DEGELO: transformação da água do estado sólido para o estado líquido.
DENSIDADE DA FLORESTA: é o número de indivíduos de uma floresta por unidade
de área.
DIVERSIDADE: refere-se à váriação nos tipos vegetais e animais que habitam
as muitas e diferentes regiões edafoclimáticas do globo terrestre.
ECOSSISTEMA: o mesmo que biocenose. É toda e qualquer unidade (área) que
envolva todos os organismos vivos (bióticos) que se encontram interagindo com o
ambiente físico (abiótico) em que estes vivem, de tal forma que um fluxo de
energia produza estruturas bióticas bem definidas e uma ciclagem de materiais
entre as partes vivas e não vivas.
EFEITO ESPONJA: é o efeito causado pela serapilheira, a qual absorve a água,
entumece e depois vai liberando lentamente.
EPÍFITAS: vegetais que vivem sobre os outros, sem retirar nutrientes, apenas
fixando-se neles.
EQUILÍBRIO AMBIENTAL: é o equilíbrio que ocorre nas interações entre os
organismos vivos (biótopo) e o meio físico de um determinado ecossistema, o
qual permite a sobrevivência de maneira estável das espécies componentes
deste ecossistema.
EROSÃO: remoção do solo, geralmente da superfície, por agentes climáticos (água
da chuva, vento, etc.) ou geológicos.
ESCOAMENTO SUPERFICIAL: é o fenômeno que ocorre com a água quando essa não
infiltra no solo ou quando a água não é consumida pela evapotranspiração
das florestas. Na ausência das florestas em locais onde o solo está nu, o
escoamento superficial é causador direto da erosão do solo.
ESPAÇOS CAPILARES: são os microespaços vazios existentes entre as partículas
do solo.
ESTRUTURA DO SOLO: é o arranjo ou combinação das partículas primárias do
solo.
EUTROFIZAÇÃO: é a fertilização das águas dos rios, lagos, represas ou
mesmo do mar. Esta pode ser natural, quando a fertilização acontece
lentamente, contribuindo para o equilíbrio ecológico do ambiente aquático;
cultural, quando são arrastadas grandes quantidades de adubo, principalmente fósforo
e nitrogênio. Essa acarreta um desenvolvimento anormal de certos organismos que
acabam por consumir a maior parte do oxigênio da água.
EVAPOTRANSPIRAÇÃO: processo que sofre a água, podendo ser dividido em dois
componentes principais: a) água que é evaporada diretamente da superfície do
solo, b) água que vai para a atmosfera através da planta, principalmente pela
transpiração vegetal e pela evaporação da água depositada, por irrigação,
chuva ou orvalho, na superficie das folhas.
FITOPLÂNCTON: organismos vegetais produtores primários do plâncton.
FLORESTA DE CONÍFERAS: são florestas formadas por classe de plantas
gimnospermas que produzem sementes não abrigadas em frutos, mas reunidas em
estróbilos coniformes, como, por exemplo, floresta de Pinus e de Araucária.
FLORESTAS DE FOLHOSAS: são florestas formadas por classe de plantas
angiospermas que produzem sememtes abrigadas por frutos. São exemplos as
florestas Amazônica, Mata Atlântica, entre outras.
GELEIRAS: são grandes acúmulos naturais de gelo; também podem ser definidas
como amontoamentos de gelo passíveis de deslocamento nas regiões em que a
queda da neve ultrapassa o degelo.
HABITAT: espaço ou ambiente onde os fatores físicos e biológicos interagem,
formando condições mínimas para a manutenção de um ou mais organismos.
HIDROFOBIA: Aversão à água.
HIDROLOGIA: é o estudo ou descrição das propriedades da água.
INSÍPIDA: refere-se à água que não possui sabor.
INTERCEPTAÇÃO: ato ou efeito de impedir a passagem de algo.
INUNDAÇÕES: significa alagamentos, enchentes, cheias.
LATITUDE: é o ângulo que à vertical, em um ponto da superfície da Terra, faz
com o plano do Equador.
LENÇOL FREÁTICO: é o acúmulo de água abaixo do solo propriamente dito
(parte desintegralizada) e geralmente sobre a camada de rocha subterrânea.
MANANCIAIS: referem-se à água (de rios, lagos, nascentes, lençol freático),
utilizada para atividade humana.
MANTA HIDROFÓBICA: camada de material orgânico não- decomposto, que dificulta
a infiltração de água para o interior do solo.
MATA CILIAR: é o mesmo que mata de galeria, mata ripária ou ribeirinha. Essa
mata se encontra na margem dos rios, riachos ou córregos, beneficiando-se da
disponibilidade de água e nutrientes que se acumulam nas margens.Da mesma
forma, a mata ciliar beneficia o curso d'água que margeia, protegendo as
margens contra a erosão, evitando assoreamento.
MICROORGANISMOS PATÓGENOS: são seres de dimensão minúscula, capazes de
produzir doenças. Por exemplo: bactéria e vírus.
POLUIÇÃO: efeito acarretado pelo procedimento humano de lançar na natureza
resíduos, dejetos e qualquer outro material que altere as condições naturais
do ambiente, contaminando ou deteriorando nossa fonte natural de recursos do ar,
terra ou água, sendo prejudicial ao próprio homem ou a qualquer ser vivo desejável.
POROSIDADE: porção de um volume de solo não ocupado por partículas sólidas
(seja mineral ou orgânica). Em condições normais de campo, os espaços entre
tais partículas são ocupados por ar e água: é esse o espaço disponível
para a penetração das raízes no solo.
POTÁVEL: refere-se à água que apresenta condições de ser consumida pelo
homem.
PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA: é o mesmo que chuva.
PROLIFERAÇÃO: aumento, crescimento em número, propagação, multiplicação.
RECICLADA: refere-se a uma substância qualquer (plástico, vidro, latas, papéis,
água) que sofre um processo de renovação de suas propriedades para novamente
ser utilizada.
RENOVÁVEL: diz respeito aos recursos naturais que podem ser renovados,
reiniciados ou reparados.
RESÍDUOS: são materiais indesejáveis, descartados ou não sobre a forma livre
de diversas atividades humanas, entre eles resíduos agrícolas, florestais,
industriais, domésticos ou urbanos em geral.
RIBANCEIRA: margem elevada de um rio ou de um lago.
SEDIMENTO: substância depositada pela ação da gravidade na água ou no ar.
SILVICULTOR: pessoa que se dedica à silvicultura.
SILVICULTURA: estudo das florestas e exploração dos recursos florestais.
SUBSTÂNCIAS HIDROFÓBICAS: substâncias que não se dissolvem na água.
TEXTURA DO SOLO: é uma das mais importantes características examinadas num
perfil do solo. Pode ser avaliada pelo tato, tomando-se uma pequena amostra úmida;
a areia transmite a sensação de "atrito", o silte de serosidade e a
argila de pegajosidade e "plasticidade".
TOLERAR: é o mesmo de consentir, aceitar, permitir.
TUNDRA: bioma ou ecossistema típico do círculo polar ártico caracterizado por
vegetação rasteira, arbustos ("árvores atrofiadas"), líquens e
musgos. A fauna é pobre com insetos "estacionais", aves e mamíferos
migrantes.
VEGETAÇÃO DO SUB-BOSQUE: vegetação de pequeno a médio porte que se
desenvolve sob o extrato superior das árvores maiores, em ambientes sombreados,
com pouca incidência de raios solares.
VEGETAÇÃO SUCESSIVA: vegetação que surge nas diferentes fases de
restabelecimento de uma floresta.
Bibliografia consultada
AGENDA FÜR EINE
NACHHALTIGE ENTWICKLUNG. Veröffentlicht vom, Centre for Our Common Future. Erdgipfel,
1992
ANDRAE, F. H. Ecologia Florestal. Santa Maria: UFSM, CCR, DCFL, 1978. BARBOSA,
L. M. Simpósio sobre mata ciliar. Anais... Fundação Cargill. Campinas, SP.
1989.
BIROT, P. Formations végétales du globe, Société D'Édition D'Enseignement
Supérieur 5, place de la Sorbonne. 1965, Paris.
BRANCO, S. M. Água origem, uso e preservação. São Paulo - SP: Coleção Polêmica,
1997.
BURGER, D. Tópicos de Manejo Florestal Ordenamento Florestal. a produção
Florestal. Curitiba: UFP, 1976.
CHAPMAN, J. L., REISS, M. J. Ecology principles and applications: Cambridge
University Press, 1992.
COMPAINHA MELHORAMENTOS DE SÃO PAULO.
Enciclopédia ilustrada da ciência e da tecnologia. São Paulo, 1975. vol. 8.
p. 1585-1585.
CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DAS BACIAS DO ALTO TAMANDUATEÍ E BILLINGS: SOCIEDADE
BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA. II CONCURSO DAS ÁGUAS, Concurso Público
Nacional de Idéias para o melhor aproveitamento das águas da região
Metropolitana de São Paulo. São Paulo, 1992.
DAJOZ, R. Ecologia Geral. Petrópolis: Vozes, 1983.
DUVIGNEAUD, P. A síntese ecológica populações comunidades ecossistemas. Lisboa:
Socicultur, 1974.
HEWLETT, J. D. Principles of Forest Hydrology. Athens: The University of Georgia
Press, 1969.
HOLDRIDGE,
L. R. Ecología basada en zonas de vida. Instituto
Interamericano de Ciências Agrícolas. San
José, Costa Rica. 1978. .
KIMMINS,
J. P. Forest Ecolology. The University of British Columbia, 1987.
KRAPFENBAUER, A. Spezielle Standortskunde. Wien, 1993.
LARCHER, W. Ecofisiologia Vegetal. São Paulo: EPU, 1986.
LIMA, W. P. O reflorestamento com eucalipto e seus impactos ambientais. São
Paulo: Artpress, 1987.
LIMA, W. P. Princípios de hidrologia florestal para o manejo de bacias hidrográficas.
Piracicaba, SP. 1982.
MAGOSSI, L. R., BONACELLA, P. H. Poluição das águas. São Paulo: Editora
Moderna, 1990.
MANRIQUE,
J. C., VERREY, J. M. Água Su Calidad y Tratamiento. Manual
preparado por la American Water Works Association - UTEHA, México, 1968.
MANUAL GLOBAL DE ECOLOGIA: O QUE VOCÊ PODE FAZER A RESPEITO DA CRISE DO MEIO
AMBIENTE. Editado por Walter H. Corson; São Paulo: AUGUSTUS, 1993.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA COMÉRCIO E PESCAS - Direcção-Geral das Florestas.
80 anos de actividade na correcção torrencial - Hidráulica Florestal - (1901
- 1980). 1982.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA- SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA-INSTITUTO
FLORESTAL. História Florestal, Aquícola e Cinegética. Colectânea de
Documentos existentes no Arquivo Nacional da Torre do Tombo - Chancelarias Reais
- Volume VI (1553-1583). Lisboa, 1993.
MOLCHANOV, A. A. Hidrologia Florestal. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
1971.
OTTO,
H. J. Waldökologie. Stuttgart: Ulmer, 1994.
PIERZYNSKI, G. M.; SIMS, J. T.; VANCE, G. F. Soils and environmental quality. Lewis
Publishers, 1993.
PRITCHETT, W. L. Suelos Forestales: Propriedades, Conservación y Mejoramiento.
México:Limusa S.A. 1990.
REICHARDT, K. Processos de transferência
no sistema solo-planta-atmosfera. 4. ed. rev. e amp. Campinas: Fundação
Cargill, 1985.
REVISTA SILVICULTURA. São Paulo: Publicação da Sociedade Brasileira de
Silvicultura. Ano XV - NO 53. Jan./Fev.. 1994.
REVISTA SILVICULTURA. São Paulo: Publicação da Sociedade Brasileira de
Silvicultura. Ano XV - N0 54. Mar./Abr. 1994.
REVISTA SILVICULTURA. São Paulo: Publicação da Sociedade Brasileira de
Silvicultura. Ano XVII - N0 68. Set./Dez. 1996.
ROCHA, J. S. M. da. Educação Ambiental, primeiro e segundo graus, introdução
ao terceiro grau. Santa Maria, 1990.
ROCHA, J. S. M. da. Manual de Manejo Integrado de Bacias Hidrográficas. 2. ed.
Santa Maria: UFSM, 1991.
ROCHA, J. S. M. da. Manual de Projetos Ambientais. Santa Maria: Imprensa
Universitária, 1997.
SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE, COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL. Cadernos de
Educação Ambiental. Conceitos para se fazer Educação Ambiental. 2. ed. São
Paulo, 1997.
SCHNEIDER, P. R. Introdução ao Manejo Florestal. Santa Maria: UFSM, CEPEF,
FATEC, 1993.
SCHUMACHER, M. V., HOPPE, J. M. A complexidade dos ecossistemas. Porto Alegre:
Pallotti, 1997.
SILVA, L. L. da. Ecologia: manejo de áreas silvestres. Santa Maria, 1996.
TERRA, PLANETA ÁGUA. Clube da Árvore - Livro do Professor. Souza Cruz. Florianópolis
- SC. 1993.
WALTER, H. Vegetação e zonas climáticas: tratado de ecologia global. São
Paulo: EPU, 1986.
WENZEL, J. A. A sustentabilidade qualitativa e quantitativa do abastecimento de
água na zona urbana de Santa Cruz do Sul, RS, Brasil. Santa Cruz do Sul
Dissertação (Mestrado), 1997.
Publicado pela AFUBRA
Associação dos Fumicultores do Brasil
[ Acima ] [ PRESERVAR OU CONSERVAR - EIS A QUESTÃO ] [ PESQUISA POPULAÇÃO AMAZÔNICA ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 01 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 02 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 03 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 04 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 05 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 06 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 07 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 08 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 09 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 10 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 11 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 12 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 13 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 14 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 15 ] [ AS FLORESTAS E A ÁGUA - Parte 16 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 01 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 02 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 03 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 04 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 05 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 06 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 07 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 08 ] [ A COMPLEXIDADE DOS ECOSSISTEMAS - PARTE 09 ] [ A FLORESTA E O AR ] [ A FLORESTA E O AR - PREFÁCIO ] [ INTRODUÇÃO ] [ COMPOSIÇÃO DO AR ] [ A IMPORTÂNCIA DA ATMOSFERA ] [ POLUIÇÃO DO AR ] [ CONSEQUÊNCIAS DA POLUIÇÃO DO AR ] [ EFEITO ESTUFA ] [ O VAPOR D´ÁGUA E A TERRA ] [ A CAMADA DE OZÔNIO ] [ A IMPORTÂNCIA DAS FLORESTAS NA QUALIDADE DO AMBIENTE ] [ AS FLORESTAS E O CLIMA ] [ A INFLUÊNCIA DAS FLORESTAS SOBRE O CLIMA 2 ] [ EFEITOS DO VENTO SOBRE AS FLORESTAS ] [ A INFLUÊNCIA DA POLUIÇÃO DO AR SOBRE AS FLORESTAS ] [ A INFLUÊNCIA DAS FLORESTAS NO EFEITO ESTUFA ] [ CONCLUSÃO ] [ GLOSSÁRIO ] [ BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 01 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 02 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 03 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 04 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 05 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 06 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 07 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 08 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 09 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 10 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 11 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 12 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 13 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 14 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 15 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 16 ] [ A FLORESTA E OS ANIMAIS - 17 ] | |

|